Tamanho da Fonte Redação Jornal Coletivo
Entidades de defesa ao meio ambiente denunciam que há muitos prejuízos com a transferência dos catadores. O coordenador do Movimento de Resgate do Parque 3 Meninas (MRP3M), Sérgio Monroe, explica que deveria haver um local cercado, longe das casas, para os catadores trabalharem, e a construção de um aterro sanitário para descartar materiais não recicláveis. O aterro sanitário de Samambaia ainda está em construção. Enquanto não fica pronto, de 15 em 15 dias há a queima de resíduos no lixão improvisado na colônia agrícola. Queima que libera metano e gás carbônico. Além disso, o chorume (líquido poluente, originado da decomposição de resíduos orgânicos) contamina o solo e as nascentes, de onde boa parte da população do Riacho Fundo I utiliza a água. A água contaminada e os ratos causam doenças como leptospirose e gastroenterite. Procurado diversas vezes pelo jornal Coletivo, o administrador Geovani Ribeiro não retornou aos contatos feitos pela reportagem.
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