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O advogado Wayne Kirchoff de Melo, 30 anos, estava pronto para casar na noite de sábado, na Igreja Nossa Senhora do Rosário, em Santa Maria, mas uma fatalidade transformou a alegria da data em uma tristeza profunda. O advogado passou mal quando estava se dirigindo para a igreja com o irmão e a mãe. Ele pediu que o levassem para a Unimed, onde foi atendido depois de uma forte crise de asma.
Quatro médicos tentaram salvá-lo por cerca de uma hora, mas o noivo morreu no pronto-atendimento.
A noiva, Suelen Haygert, 27 anos, estava a caminho do altar quando soube que Wayne passou mal. Ela foi para casa, tirou o vestido e correu ao encontro do noivo. Quando ela chegou, ele já estava morto. As famílias dos noivos doaram o bolo da festa para uma creche.
Os presentes estão sendo devolvidos para os convidados. Wayne foi sepultado, às 10h30 deste domingo, no Cemitério Ecumênico Municipal.
Se o caso do Rio Grande do Sul é comovente, o que ocorreu no interior do Cearpa, ano passado, é deprimente. Uma noiva, desesperada com a morte do noivo na hora de ir para o altar, mandou realizar o casamento com o corpo do falecido a seu lado. Maria das Graças, a noiva inconformada, mandou sentar o recém-falecido em uma cadeira no templo e pediu que a cerimônia prosseguisse. Os convidados entoaram as preces e cânticos dedicados ao matrimônio. Os pais de Maria das Graças, 22 anos, no início se opuseram à realização do casamento. Mas vendo a determinação da filha, acabaram concordando.
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