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Projeto Rondon leva jovens a Pirenópolis

Alunos colocaram em prática a teoria que aprenderam em sala de aula e ajudaram a população carente do local

Tamanho da Fonte      Redação Jornal Coletivo

[legenda=Os estudantes do DF prestam serviço voluntário nas áreas de saúde em um mutirão que tem sempre resultado altamente positivo][credito=Fotos: Rúbio Guimarães]Quarenta estudantes de medicina, veterinária,  zootecnia e direito das Faculdades Integradas (Upis) e da Escola Superior de Ciência da Saúde (ESCS–DF) viajaram ao município de Pirenópolis para participarem da 2ª etapa da Operação Pirineus II, do Projeto Rondon. Durante 13 dias, eles atenderam mais de 3.500 pessoas das comunidades de Santo Antonio, Bom Jesus, Placa, Capela, Malhador e Lagolândia.  A ação foi documentada por duas estudantes de jornalismo da Faculdade Araguaia, de Goiânia.


Para Leilane Von Pfuhl Zanganelli, estudante de zootecnia da Upis, o projeto auxilia os alunos a colocarem em prática o que aprendem. José Francisco, pai de cinco filhos e morador da cidade de Santo Antônio, disse que o projeto auxilia na prevenção de algumas doenças mais comuns na sociedade. “A população não tem acesso à saúde, por isso os universitários nos ajudam a prevenir doenças como diabetes e pressão alta.”


O prefeito de Pirenópolis, Nivaldo Melo, explicou que já foi atendido pelos rondonistas quando era mais novo, por isso fez questão que os universitários visitassem a cidade. “Quando assumi a prefeitura, fiz um levantamento para saber quais eram as nossas prioridades e descobri que cerca de cinco mil pessoas não tinham assistência médica básica.”


José Francisco disse ainda que o projeto ajuda a todos a diagnosticarem suas doenças. “Promover a saúde para as regiões onde falta quase tudo é um dos focos dos rondonistas. Mas, além disso, esse projeto é um divisor de águas para os estudantes porque realmente eles vão conhecer a realidade brasileira”, afimrou Zulmira Barroso Costa, coordenadora da Escola Superior de Ciência da Saúde. “O estudante deve ter a certeza de participar, porque aqui não é uma colônia de férias. Por isso fazemos uma capacitação de quais estudantes vão participar”, completou.


Ação em todo o país
O projeto Rondon começou com Cândido Mariano da Silva Rondon. Ele nasceu em Mimoso (MT). Perdeu os pais e foi criado por um tio. Atualmente o projeto é dividido em duas etapas: a nacional e a regional. De acordo com Gilwan Amarante Campos, professor da Upis e coordenador do Projeto Rondon-DF, o trabalho desenvolvido pelos estudantes busca despertar a consciência crítica sobre as diversas realidades nacionais.


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