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Taís Calado
tcalado@jornaldacomunidade.com.br Redação Jornal Coletivo
O candidato ao governo do Distrito Federal, Agnelo Queiroz (PT), pode receber nas próximas horas o apoio formal do candidato a governador pela coligação PSL-PTN, Newton Lins, que deve desistir de concorrer para engrossar as fileiras da chapa de Agnelo e do seu vice, deputado Tadeu Filippelli (PMDB). Assessores dos dois candidatos não confirmam a informação, mas o assunto é dado como favas contadas no meio político. O apoio de Newton Lins, segundo apurou o Coletivo, deve ser feito em um evento com a presença dos candidatos majoritários da coligação Um Novo Caminho e dos representantes da coligação PSL-PTN.
Hoje pela manhã, Agnelo e Fillippelli aproveitaram a solenidade em comemoração à Semana da Pátria para comentar a liderança nas pesquisas. O petista acredita que o crescimento é reflexo de sua campanha diária de corpo a corpo nas ruas. "Tudo isso corresponde ao que estou sentindo nas ruas. O povo quer a mudança de um modelo de governo feito há 14 anos que ninguém aguenta mais", garantiu. O candidato não considera que a eleição está decidida. "Nos anima. Agora vamos intensificar o trabalho e envolver cada vez mais o povo. Vamos resgatar a nossa cidade. Mobilizar a sociedade a colaborar para tornar Brasília mais respeitada e com credibilidade. A eleição só será resolvida nas urnas no dia 3 de outubro", destacou Agnelo.
Questionado sobre a rejeição da candidatura de Joaquim Roriz (PSC), Agnelo diz que isso é resultado de uma luta do povo brasileiro. "O Tribunal está fazendo sua parte com a Lei da Ficha Limpa. Esta lei é uma conquista do povo brasileiro. Porque a população não aceita mais corrupção. Ele (Roriz) irá perder na Justiça e nas urnas em outubro", opinou.
Tadeu Filippelli contou como analisa as pesquisas em período de eleição. "Quando as pesquisas estão muito boas, fico com o pé atrás e questiono, 'coloco em cheque'. Para que a equipe não se acomode achando que já ganhamos. Quando a pesquisa é ruim, dou mais credibilidade. Para assim, envolver a equipe. Sem dúvida é ótimo para a autoestima dos militantes. Mas não ganhamos", diz Filippelli.
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