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Medidas podem solucionar problemas de cooperativas

DFTrans tem estudos para otimizar itinerários, com o objetivo de aumentar o caixa. Repasse do valor do passe livre também deve amenizar situação

Tamanho da Fonte     JURANA LOPES
jcosta@jornaldacomunidade.com.br
 Redação Jornal Coletivo

[legenda=Serviço de transporte operado por micro-ônibus: colapso do sistema prejudica população do DF, com paralisações constantes][credito=Foto: Alan Santos/Cedoc]Estudos para otimizar itinerários e o subsídio pago pelo governo referente ao valor do passe estudantil são algumas das medidas que podem solucionar os problemas enfrentados pelas sete cooperativas de transporte urbano que atuam no DF. Há meses, essas empresas estão em colapso financeiro e diversas paralisações dos trabalhadores já ocorreram, prejudicando, principalmente, os moradores de Planaltina e Brazlândia.


Na manhã de hoje, representantes da Cooperativa de Profissionais Autônomos de Transporte de Samambaia (Coopatram) tentaram iniciar uma manifestação na BR-020. Eles pretendiam fechar a rodovia com pneus em chamas, mas a polícia impediu o protesto. A manifestação visava à liberação dos veículos da Coopatram que faziam linhas para Planaltina, Vale do Amanhecer e Arapoanga, que foram apreendidos após uma decisão do  Tribunal de Justiça (TJDFT), devido ao não pagamento de uma dívida da cooperativa com o BRB.


A situação da Coopatram não é um caso isolado. Segundo o diretor do Sindicato dos Rodoviários do DF, José Carlos Fonseca, conhecido como Gibran, a situação financeira está crítica em todas as cooperativas da capital. Ele acredita que a situação das cooperativas do DF só deve se resolver quando o GDF pagar o valor do passe estudantil integralmente. A situação é pior para a Coopatram, avalia o diretor, pois a cooperativa enfrenta problemas com a má administração e falta de gestão.


Segundo informações do DFTrans, as regiões que eram atendidas por linhas da Coopatram já contam com 80 ônibus extras das empresas Veneza, Viva Brasília (Grupo Amaral) e também pela Viplan desde o mês passado. O DFTrans tem estudos para refazer os itinerários das cooperativas, com o objetivo de otimizá-los e, assim, tentar melhorar o caixa dessas empresas. Já o caso da Coopatram, se for decidido que a cooperativa não está apta para atender a população, será aberta uma nova licitação. Ainda atuam no DF a Cootarde, Coobrataete, Coopatag, Cootransp, Alternativa e MCS.


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