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Greve no Distrito Federal atinge pelo menos 11 regiões

Cootarde e Alternativa também paralisaram as atividades na manhã de hoje

Tamanho da Fonte      Redação Jornal Coletivo

[legenda=Greve dos rodoviários afeta milhares de pessoas no Distrito Federal. Atraso no pagamento do governo motiva a ação][credito=Foto: divulgação]Com a adesão de motoristas e cobradores das empresas Cootarde e Alternativa, que também relatam atraso no pagamento dos salários, a greve de rodoviários completou seis dias ontem, atingindo pelo menos 11 regiões do Distrito Federal. O ato amplia a paralisação iniciada por trabalhadores da Pioneira no dia 6, contra o atraso de salário e tíquete-alimentação.


O diretor do DFTrans, Jair Tedeschi, informou que deve R$ 800 mil para cada uma das cooperativas e ainda R$ 12 milhões à Pioneira. O órgão afirmou que ontem repassou R$ 3 milhões à viação e que teria pago também à Cootarde o valor de R$ 73 mil. A previsão dada pelo DFTrans é de que a situação seja resolvida ainda hoje.


No entanto, segundo o órgão, ainda não há previsão para que as dívidas sejam quitadas. “Estamos aguardando novos repasses. Precisamos de orçamento e financeiro para quitar as dívidas”, afirmou Tedeschi. A Pioneira, no entanto, não havia confirmado o repasse até a noite de ontem. A empresa não quis falar sobre o assunto. Por telefone, o Sindicato dos Rodoviários do DF informou  que o pagamento de parte da dívida, no entanto, não garante que os rodoviários voltarão imediatamente ao trabalho. Segundo eles, os motoristas e cobradores também reclamam que não recebem o benefício do plano de saúde adequadamente.

Prejudicados
– Com a greve, moradores das regiões de Gama, Santa Maria, São Sebastião, Itapoã, Paranoá, Lago Sul, Jardim Botânico, Candangolância, Park Way e, agora, Samambaia e Brazlândia também, enfrentaram dificuldades para chegar ao trabalho nesta manhã. Entre os afetados pela paralisação da Pioneira são 200 mil moradores. Os 50 ônibus da Cootarde que deixaram de circular atendem cerca de 20 mil pessoas nas regiões de Santa Maria, Gama, Samambaia e W3 da Asa Sul. Já a cooperativa Alternativa, que atende em Brazlândia, está em greve desde segunda e são cerca de 40 ônibus parados.


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