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Colisão no ar matou paraquedistas em SP

Treinavam para salto durante os Jogos 2016. Comitê nega

Tamanho da Fonte      Redação Jornal Coletivo

São Paulo – O acidente que matou os paraquedistas Marcos Padilha e Gustavo Correa Garcez, após um salto na tarde de quarta-feira (29), na cidade de  Boituva, está sendo investigado pelo delegado Carlos Antônio Nunes. Os dois colidiram em pleno ar. Segundo o policial, eles  treinavam para uma apresentação na abertura das Olimpíadas. “O treinamento seria para uma cerimônia de abertura dos Jogos. Mas ainda vamos ouvir formalmente as testemunhas”.


O Comitê Organizador dos Jogos negou a informação. “Não tem nenhuma apresentação de paraquedismo prevista na cerimônia”, afirmou a assessoria do comitê, segundo o site G1
O objetivo do salto seria desenhar no ar os anéis olímpicos. Essa versão foi confirmada por um membro da família de uma das vítimas. “Ele contou para a gente que ia treinar para fazer os anéis olímpicos na praia de Copacabana durante o show de abertura dos jogos. Ele era um paraquedista renomado e não sabemos o que pode ter acontecido”.


Nunes disse que um paraquedas pode ter se enroscado no outro. Os bombeiros encontraram um dos paraquedistas inconsciente e o outro já em parada cardiorrespiratória. Eles foram levados para um  hospital, mas não resistiram.


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